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Polícia de NY lança mapa interativo do crime

24.12.2013 (9:36 pm) – Filed under: Noticias ::

A polícia de Nova York lançou nesta semana um detalhado mapa interativo sobre o crime na cidade, que permite aos cidadãos consultar o número de ocorrências e o tipo de delito registrado em sua rua, ou bairro, por mês, ou por ano, desde janeiro de 2012.

O “site” maps.nyc.gov/crime apresenta dados sobre sete tipos de crimes – entre eles, homicídio, estupro, roubo, furto e roubo de automóveis – em cada rua dos cinco bairros da cidade (Manhattan, Bronx, Queens, Brooklyn e Staten Island).

Os dados podem ser consultados por mês, a partir de janeiro de 2014, de maneira individual, ou em série, e incluem a taxa a cada mil habitantes.

A página na Internet foi lançada no domingo e, segundo o chefe de polícia Ray Kelly, “ajuda a melhorar a compreensão dos nova-iorquinos e dos investigadores sobre onde os delitos e os crimes violentos persistem”.

O programa “utiliza tecnologia inovadora para melhorar o acesso à informação pública crítica”, permitindo que as pessoas fiquem “informadas sobre o que acontece em sua comunidade” – justificou o responsável pelo setor de Informação e Inovação da polícia, Rahul Merchant.

No mapa, os crimes aparecem nas ruas como pontos azuis mais ou menos grandes, dependendo do número de ocorrências. Também é possível visualizar as zonas “quentes” da cidade para os sete crimes em geral, ou para um deles em particular.

O crime em Nova York se encontra em níveis historicamente baixos. A cidade experimentou uma queda gradual no registro de homicídios até chegar a 414 em 2012, o número mais baixo dos últimos 50 anos e que, em 2013, deve ser batido mais uma vez.

 Fonte : info

Nunca vou trocar informações por asilo no Brasil’, afirma Edward Snowden

24.12.2013 (2:29 pm) – Filed under: Noticias ::

Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, o ex-analista da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA), Edward Snowden, revelou neste domingo (22) que aceitaria sair da Rússia caso o Brasil lhe oferecesse asilo político, mas rejeitaria a proposta se fosse em troca de informações sobre o esquema de monitoramento norte-americano.

“Se o governo brasileiro quiser defender os direitos humanos, será uma honra para mim fazer parte disso”, disse Snowden. “Eu nunca vou trocar informações por asilo, e também não acredito que o governo brasileiro faria isso. Uma concessão de asilo deve sempre ser uma decisão puramente humanitária, e a carta foi bastante clara a esse respeito: eu nunca vou cooperar com ninguém fora do devido sistema legal”.

Edward Snowden ainda disse estar agradecido por ter “tantos novos amigos e aliados” no Brasil. “Eu me sinto encorajado e impressionado pela crescente liberdade política que os brasileiros estão vivendo”. O ex-analista cita  ainda o jornalista Glenn Geenwald, o porta-voz que tem divulgado ao mundo os documentos secretos obtidos por Snowden sobre a vigilância de governos em vários paises.

Perguntado se voltaria para os Estados Unidos, Snowden respondeu: “O problema é que atualmente a lei americana não faz diferença entre quem denuncia programas ilegais e um espião que vende segredos para terroristas. O maior problema é que a ofensa mais séria não é prejuicar o governo, mas envergonhá-lo. Está claro que eu não teria um julgamento justo no meu país”.

O governo brasileiro já teria se posicionado sobre a possibilidade de conceder asilo político a Edward Snowden. Segundo matéria publicada na Folha de S. Paulo no dia 18 de dezembro, a presidente Dilma Rousseff teria se reunido com ministros e decidiu recusar qualquer pedido nesse sentido. Para o Ministério das Relações Exteriores, o país não irá ceder asilo a Snowden porque não tem interesse em investigar a NSA.

Snowden tem autorização para ficar na Rússia até a metade de 2014, quando seu asilo temporário terminará no país. Até lá, o brasileiro David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald, tem se mobilizado para pressionar o Senado por um asilo permanente ao ex-técnico da inteligência americana. Miranda criou uma petição online para oficializar o pedido à presidente Dilma, e o documento já possui cerca de 70  mil assinaturas.

Fonte : canaltech