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Intel desativa McAfee e cria marca ‘Intel Security’

07.01.2014 (7:33 pm) – Filed under: Noticias ::

A Intel anunciou que desativará a marca McAfee, assim os produtos de segurança da companhia passarão a ser conhecidos como “Intel Security”. A notícia foi dada pelo CEO da companhia, Brian Krzanich, e, claro, gerou uma provocação de John McAfee, que fundou a unidade.

Essa alteração começa instantaneamente, segundo Krzanich, à medida que novos produtos forem acrescentados ao catálogo. Não haverá mudanças drásticas no logo, só a renomeação – as cores vermelhas, por exemplo, permanecerão.

A McAfee continuará atuando como subsidiária, como vem sendo desde que a Intel tornou público o interesse em comprar a empresa, em agosto de 2010.

John foi consultado sobre a alteração e fez uma declaração à altura do que se poderia esperar, lembrando que ele já ensinou como desinstalar o McAfee do computador com um tiro: “Agora eu estou eternamente grato à Intel por me libertar desta terrível associação com o pior software do planeta”, declarou. “Minha alegria com a decisão da Intel vai além das palavras.”

Fonte: olhardigital

Sistema Android é principal alvo de cibercriminosos

07.01.2014 (4:19 pm) – Filed under: Noticias ::

Sistema operacional do Google concentra quase 80% das ameaças criadas especialmente para dispositivos móveisSistema operacional móvel mais usado no mundo, o Android é o principal alvo de vírus do mercado. Em 2012, o sistema do Google concentrou 79% das ameaças digitais criadas para dispositivos móveis, segundo pesquisa da finlandesa F-Secure. Na sequência estaria o Symbian, da Nokia, que foi descontinuado, com 19%, seguido pelo iOS, da Apple, com 0,7%.

Além de ser a plataforma mais usada no mundo, com cerca de 70% do mercado – o equivalente a sete em casa dez smartphones –, o Android é um sistema aberto, o que aumenta os riscos. “Sistemas como Windows Phone e Blackberry OS são fechados e possuem poucos vírus. Já o usuário de Android não pode se dar ao luxo de não usar antivírus”, afirma Fábio Assolini, da Kaspersky.

A estudante Alana Monteiro Leal redobrou os cuidados com seu Android após ter enfrentado problemas no smartphone mesmo tendo instalado aplicativos direto da loja oficial Google Play. “Eram aplicativos pouco conhecidos. Depois da instalação, as pastas do meu telefone começaram a se multiplicar sozinhas, especialmente as de música. Quando fui tentar apagar algumas, sumiram todas e eu perdi todo o conteúdo”, diz. A solução foi restaurar o sistema. “Hoje me policio mais. Muitos aplicativos vêm com spam e propagandas que deixam o celular lento e ocupam espaço absurdo na memória do telefone”, diz.

Sem exceções. O doutor em segurança da informação e diretor executivo da empresa de segurança Procela, Paulo Pagliusi, diz que vírus e malwares não são mais privilégio de um único sistema operacional. “Todos estão sendo cada vez mais visados, com ataques concentrados no Android e nos dispositivos móveis Mac, da Apple”, diz.Segundo ele, até 2012, havia o mito da “imunidade a vírus” no sistema iOS. “Este mito se desfez quando surgiu naquele ano o cavalo de Tróia Flashback, que se disfarça como um plugin do Adobe Flash”, diz. “Foi um pesadelo para os devotos dos dispositivos móveis da Apple, pois este cavalo de Tróia conseguiu roubar milhares de nomes de usuários e senhas.”

Um estudo da empresa SourceFire apontou, no ano passado, que o iOS acumulou um número maior de vulnerabilidades do que todos os seus concorrentes juntos nos últimos anos – 81%, contra 6% do Android. Mas o mesmo estudo destaca que a utilização do iTunes e as regras da Apple para apps em sua loja virtual acabam ajudando a proteger usuários e a reduzir casos de malware.

Fonte : moviecode

Novo malware usa criptografia inquebrável para sequestrar dados dos usuários

07.01.2014 (4:15 pm) – Filed under: Noticias ::

Pragas virtuais que hackeam o computador do usuário e sequestram seus dados parecem estar se tornando comuns. Em novembro do ano passado, noticiamos o surgimento do CryptoLocker, um ransomware que encripta os dados mais importantes do usuário e impossibilita o seu acesso até que um “resgate” seja pago. A forma de infecção em si não é nova, mas parece que mais e mais hackers vêm adotando-a para infectar usuários. Pelo menos foi o que percebeu um grupo de pesquisadores ao descobrir o PrisonLocker, a mais recente praga do tipo.

De acordo com o Ars Technica, o grupo Malware Must Die vem discutindo o fucionamento da nova praga desde novembro e recentemente fez uma publicação no seu blog explicando a forma de atuação da praga. Para o grupo especializado em combate ao crime online, o PrisonLocker foi claramente inspirado no CryptoLocker, mas difere deste em alguns aspectos que o tornam ainda mais perigoso.

Diferente do CryptoLocker, que foi desenvolvido para uso de um grupo de hackers específicos, o PrisonLocker oferece a possibilidade de “encomenda”. Pagando-se US$ 100, é possível solicitar um kit do malware com funcionalidades específicas para infectar um grupo particular de indivíduos. Além dessa possibilidade, a praga ainda oferece recursos avançados como a habilidade de desativar o gerenciador de tarefas, editor de registros e outras funções administrativas do Windows. A coisa é tão avançada que o malware tem seus próprios meios de defesa para impedir que usuários possam desativá-lo por engenharia reversa.

O PrisonLocker encripta os arquivos utilizando chaves baseadas no algoritmo Blowfish. Cada uma dessas chaves é encriptada e armazenada em um arquivo que só pode ser acessado com uma chave RSA privada de 2048-bit. De acordo com os pesquisadores da Malware Must Die, o malware vem se fortalecendo nos últimos meses à medida que mais desenvolvedores estão dispostos a melhorar o já antigo CryptoLocker. No fim do mês passado, a Trend Micro, companhia especializada em softwares antivírus, afirmou que uma nova versão do CryptoLocker começou a circular na internet e uma das sua principais formas de propagação é através de dispositivos USB infectados.Diante dos fatos, fica o aviso para sempre manter seu software antivírus e sistema operacional atualizados. Realize varreduras periódicas na sua máquina, evite o uso de dispositivos USB (utilize o Dropbox, Skydrive ou outra solução de armazenamento na nuvem) e sempre faça backups dos seus arquivos.

Fonte : canaltech