– root@injetionsec:~#

AT Comandos

15.04.2017 (7:38 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Os comandos AT galera são instruções codificadas, são basicamente uma língua de comunicação entre o homem e modem terminal, através de uma comunicação com um modem podemos fornecer instruções, para visualizamos varias informações.
Embora o objetivo principal dos comandos AT são as comunicações entre modems, a telefonia móvel GSM também adotou esse padrão como uma linguagem para se comunicar com seus terminais. Assim, todos os telefones GSM tem um conjunto de comandos AT específica, muitas dessas instruções podem ser encontrada na documentação técnica de terminais GSM e permite ações como chamadas de dados ou de voz, ler e enviar SMS e muitas outras opções, segue download desses comandos que filtrei em sites.

 

 

Referências

http://www.seguridadmobile.com
http://community.blynk.cc/
https://www.codeproject.com/ce/irdamobile.asp
http://azaelmerida.blogspot.com.br
https://web-beta.archive.org/web/20071006034843/http://www.nobbi.com:80/atgsm.htm#+cops

Cabo Coaxial – Medida Correta !

20.10.2016 (1:13 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

— Introdução

Galera devemos também se atentar para os cabos coaxial seja de 75 Ohms ou 50 Ohms para as mais diversas instalações, temos no mercado os RG e RGC.

A diferença entre eles, quanto a sua construção é o RGC (celular) possui uma fita aluminizada, que envolve o dielétrico celular. Esse termo celular é utilizado devido seu dielétrico (isolante) ser polietileno sólido celular, ou seja, expandido (tipo de espuma), então aconselha-se o uso desse cabo celular, visto que sua atenuação (perdas) é menor, com relação a dos cabos RG, bem como a velocidade da onda eletromagnética nesses cabos é de 82% e nos cabos RG são de 67%. Abaixo podemos ver o componente de um cabo coaxial:

001

Nem todos os cabos coaxiais são iguais e é aí que a impedância do cabo coaxial é importante, a características físicas do cabo coaxial que ira determinar a sua impedância. A impedância determina a  característica do cabo coaxial (em Ohms) é determinada pela constante dieléctrica do isolamento interno e o condutor  interior e externo, um outro fator importante e os conectores desses cabos, temos no mercado hoje varias variações de conectores BCN, abaixo a diferença entre o conector de 50 Ohms e 75 Ohms

002

Não devemos conecta-los em diferentes cabos de impedâncias opostas, pois cada vez que você tem uma incompatibilidade na impedância, uma onda estacionária se desenvolve e isso reflete no sinal que é essencialmente desperdiçado, Cada vez que temos um desfasamento de impedância seja de 50 e 75 ohms a uma perda de  5% do sinal com isso temos a degradação do sinal e uma eventual distorção do mesmo.

Cabos em equipamentos devem sempre estar cortados na frequência certa, pois assim garantimos uma Relação de Onda Estacionaria (ROE) baixa nos equipamentos, alguns conceitos, a escolha do tipo de cabo.

Fator de velocidade do cabo:

RG-58 e RG-213__________=   0,67 ou 67%
RGC-58 e RGC-213________=   0,82 ou 82% aconselho usar cabos RGC

 

— Prática (contas)

O que significa dizer que minha antena tem 1/2 ou 1/4 de onda, vejamos um exemplo:

O comprimento de onda está relacionada com a frequência e a velocidade de propagação, as ondas de rádio no vácuo tem em 300×10^6 m/s, vamos dividir essa velocidade da luz pela frequência (em Hz ou ciclos por segundo) e teremos o comprimento de onda em metros.

300×10^6 m/s / 30×10^6 Hz = 10m

Ou seja, 1/4 de onda de 10m temos 2,5m e 1/2 de onda temos 5m

 

** Como calcular o comprimento de um cabo coaxial entre a antena e o transmissor de uma faixa de 143 a 146 MHz?

Informações das variáveis:

C = Velocidade da onda eletromagnética no vácuo
K = Fator de velocidade relativa da onda eletromagnética nos cabos coaxiais
F = Frequência central(Mhz)
L = Comprimento da onda

L= C*(K/F)

Como eu quero a media entre os valores de 143 a 146 MHz vamos soma-los e dividir por 2 no caso achamos 144 Mhz

L= 300*(0.82/144) = 1.71m para comprimento de 1 onda

Esse valor de 0.82 é a velocidade de propagação pode ser visto na tabela abaixo ou na imagem[1].

003

Se queremos para 1/2 e 1/4 de onda teremos que fazer da seguinte forma, dividir a constante eletro magnética da seguinte forma:

300/2 = 150 para 1/2 de onda
150/4 = 37,5 para 1/4 de onda

Feito isso vamos obter o valor, depois de ter feito esses cálculos podemos ver nas especificações técnicas do cabo, o fator de velocidade no caso vamos utilizar o RGC213 veja imagem[1]

K*c/F para 1/2 de onda
0.82*150/144 = 0.86m

K*c/F para 1/4 de onda
0.82*37.4/144 = 0.21m

Perceba acima que para essa frequência galera temos um cabo muito pequeno, como que iremos colocar uma antena externa nessa medida..kkk.. para isso se queremos um cabo a ideia é a seguinte, vamos ter que multiplicar ambos os valores por  números impar tais como 3,5,7,9,11,13, ou seja dado número par n+1.

Teremos então:

K*c/F para 1/2 de onda
0.82*150/144 = 0.86m*11= 9.46m(teremos um cabo ideal)

K*c/F para 1/4 de onda
0.82*37.4/144 = 0.21m*45= 9.45m(teremos um cabo ideal)

Fico por aqui galera, espero que tenham entendido a devida importância das diferenças entre os cabos, impedância, propagação, velocidade e outros parâmetros importantes que devemos se atentar para termos um frequência ideia em nosso equipamento, visando esses cuidados no cabo coaxial.

 

Esse tema foi reproduzido também por mim no forum EOF(visitem lá).              =)

 

Referências:

[1]http://www.aclinformatica.com/mercadolivre/cabo_rgc213/descricao.jpg
Calculo da freqüência/comprimento de antenas : http://www.qsl.net/kd4sai/antencal.html
Calculo da freqüência/comprimento de antenas : http://afdatalink.com.br/calculadora.php
Mais informação sobre antena, book: “ARRL Antenna Book”: http://tf3xon.com/wp-content/uploads/2016/02/usmc-antenna-hb.pdf
Antenas : http://galileu.radiocb.com/ebooks/Antenas%20e%20linhas.pdf
Coax Basics: http://www.qsl.net/co8tw/coax.htm
What’s the Difference Between 50 Ohm and 75 Ohm Coaxial Cable? :
http://cablesondemandblog.com/wordpress1/2014/03/06/whats-the-difference-between-50-ohm-and-75-ohm-coaxial-cable/

RTTY (RadioTeleTYpe)

13.10.2016 (7:18 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

O Radio teletipo, mais conhecido como RTTY e o método mais antigo de envio de mensagens teclado a teclado, continua sendo um dos modos digitais mais populares, fiz 2 post no forum EOF que podem ser acessados part1 e part2 onde retrato com mais detalhe sobre esse processo de comunicação e também como decodificar arquivos .mp3. =)

Jammer and Noise Generator – Diferenças

04.07.2016 (2:13 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Muito se ouve falar sobre jammer em vários noticiários, irei mencionar a diferença de jammers e geradores de ruído(noise generator) são muito semelhantes mas com conceito diferente:

Jammers geram frequências aleatórias que desabilitam dispositivos em uma determinada área(raio de propagação), os são eficazes contra qualquer dispositivo de escuta com microfones, gravadores, transmissores de RF e etc. Vários agentes e empresas usam para diversos fins.

Geradores de ruído são projetados para criar um ruído superior no ambiente em um determinado dispositivo e frequência, um exemplo temos um dispositivo de escuta(microfone) no ambiente ele irá ofuscar uma conversa, e não terá um efeito direto sobre o próprio microfone.

Conceitos simples galera que resolvi compartilhar.    =)

# 04 Telecom – Comunicação Móvel

17.06.2015 (6:44 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Gestão de Mobilidade

São funções de rastreamento de localização dos móveis inscritos, registrar a localização de informações, algumas características:

– Conexão Handoff : refere-se ao processo de transferência de uma chamada em curso ou sessão de dados de um canal ligado para um outro canal, um handoff pode ser realizado entre dois canais em a mesma célula, entre os canais em que  as células forem, ou entre células que são cobertas por diferentes.

– Gestão de Localização: é usado para localizar o celular do usuário nas chamadas de roteamento, os usuários móveis dentro de cada célula mantem essas informações, quando essas localizações são detectados as informação que foram armazenados são relatadas para o BSS, que envia -o para o VLR .

Arquitetura GSM

O protocolo GSM consiste em três camadas: física, dados  e de roteamento vejamos abaixo.

– Camada Física: Todas as técnicas e mecanismos usados ​​para tornar a comunicações possível sobre o móvel em um canal de rádio detém de procedimentos de confiabilidade entre um celular e sua estação base (camada física). Estes mecanismos consistem de modulação, codificação, cronometragem, poder de controle, e outros detalhes que controlam o estabelecimento e manutenção do canal. A tecnologia GSM usa TDMA e FDMA para permitir que os usuários acessem os recursos de rádio veja a figura.

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– Camada de Dados: é responsável por corretar e completar a transferência de informações entre os blocos da camada 3 (mensagem) das interfaces de rádio do  GSM, essa camada tem  as seguintes funções:Estabelecimento, supervisão, e da rescisão de um ou mais dados nos canais, reconhecimento de transmissão e recepção de informações numeradas por frames.

– Camada de mensagem: contém todas as funções necessárias para estabelecer e manter as conexões oferecidas pelo serviço GSM, também fornece funções de controle com apoio adicional a mensagens curtas; essa camada contém três sub-camadas segue:

 – Recurso de gerenciamento de Rádio (RR): é responsável pela gestão de  frequência dentro do espectro, incluem canal de atribuição, em nível de controle, tempo de alinhamento e entrega, lidando com os  procedimentos necessários para criar, manter, e liberar as conexões de  rádio.

– Gestão de Mobilidade (MM): lida com as tarefas de manipulação dos usuários dos móveis usuários que são não diretamente relacionados à função do radio, incluindo :

(A) Procedimento de  localização e atualização
(b) Identificação do móvel mais precisamente a autenticação do móvel;

– Gestão de conexões (CM) : é essencial para comutação de circuitos, controle de chamada do GSM

 

Referências :
https://en.wikipedia.org/wiki/Handover

# 03 Telecom – Comunicação Móvel

16.06.2015 (7:08 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Uma rede GSM envolve 9 componentes principais:

– Estação Celular (MS),
– Módulo de identidade do assinante (SIM),
– Sub-Estação de base de dados (BSS)
– Estação de controle de Base de Dados (BSC),
– Taxa de transcodificação e unidade de adaptação (TRAU),
– Centro móvel de comutação de Serviços (MSC),
– Registo de localização (HLR)
– Registro de localização do visitante (VLR)
– Identidade de registro do equipamento (EIR).
Juntos, todos esses componentes constituem um Public Land Mobile Network (PLMN), vejamos abaixo a explicação de cada componente:

– Estação Celular (MS): é realizado pelo assinante, constituída por um equipamento móvel(ME)  e o módulo de identidade do assinante (SIM), o cartão SIM permite que o assinante receba chamadas e faça chamadas no equipamento móvel, o SIM  é onde fica os dados que o  assinante tem como o número pessoal de identidade (PIN).

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– Identidade internacional do assinante móvel (IMSI): Este número identifica exclusivamente um assinante, é necessário para acessar os serviços GSM. IMSI é usado pela rede para fins de identificação universal

–  Os algoritmos criptográficos A3 e A8:  fornecem funções de segurança para autenticação do usuário móvel através do seu cartão SIM e gera as chaves de sessão para necessidades de confidencialidade, os dados temporários incluem são incluídos no Mobile Subscriber Identity (TMSI), que é um identificador atribuído ao assinante para um intervalo limitado de tempo.

– Cartão Titular de Verificação de informações (CHVI): são informações de autenticação do usuário para proteção contra o uso de cartões roubados.

– Sub-Estação de base de dados (BSS): controla as tarefas fornecendo a conectividade entre as redes e os móveis das estações através do rádio da interface, consiste de Base Transceiver Station (BTS) e da Base Station Controller (BSC).

– Centro móvel de comutação de Serviços (MSC): é o principal componente da tecnologia GSM para gestão de sistema, controle do numero de cada nó fornecendo um gerenciamento e tendo um função para cada terminal , incluindo registro, autenticação, localização e chamada de roteamento.

Operation and Support System (OMC): é ligado a todos os equipamentos em a comutação do sistema, oferece ao  cliente um apoio centralizado e manutenção das redes GSM

– Registo de localização (HLR): é um banco de dados que armazena e gerencia os móveis dos assinantes

– Registro de localização do visitante (VLR) :  é um banco de dados projetado para off-load onde contém informações do assinante.

– Centro de Autenticação (AuC):  contém uma base de dados que é usado para armazenar a identificação e autenticação de informações relacionadas á cada assinante,  é a parte mais  importante do HLR, os atributos desse banco de dados incluem IMSI, chave (K) , LAI, e EAS.

– Equipment Identity Register (EIR) : Uma vez que o que e feito a identidade do assinante e o dispositivo móvel equipamento são processados no sistema GSM sistema para operar em qualquer GSM ME com qualquer cartão SIM válido, isso se torna uma forma e atrai vários usuários mau intencionados, para proteger contra roubos, a Equipment Identity Register (EIR) foi introduzido no sistema  GSM, onde cada terminal tem um único identificador, chamado de  Internacional Móvel Station Equipment Identity (IMEI), que não pode ser alterado sem destruir o termina, o  IMEI contém uma série de números.

# 02 Telecom – Comunicação Móvel

14.06.2015 (2:47 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Arquitetura GSM

Arquitetura de rede GSM é dividida em 3 partes:

  1. Estação movel (MS)
  2. Sub-sistema de Estação Base (BSS)
  3. Sub-sistema de Rede (NSS)

Abaixo temos um exemplo de uma rede GSM:

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Estação Móvel (MS) é um dispositivo usado pelo cliente para fazer chamadas telefônicas, composto de:

  • Mobile Equipment(ME): é um dispositivo GSM que está localizado na extremidade do cliente, serve como terminal de um transceptor (transmisdsor e receptor) para comunicar com outros dispositivos de GSM.
  • Subscriber Identity Module(SIM) ou do cartão SIM é um cartão que contém todas as informações do cliente e algumas informações sobre os serviços, os dados armazenados no cartão SIM, em geral, são os seguintes:
    • International Mobile Subscriber Identity (IMSI).
    • Subscriber ISDN (MSISDN).
    • Mecanismo de criptografia.

Estação do Sistema Básico ou BSS consiste de:

  • Base Transceiver Station(BTS) é um dispositivo GSM que está diretamente relacionada com MS e serve como o emissor e receptor.
  • Base Station Controller(BSC)  é um dispositivo controlador de estações de base situados entre as BTS e MSC.

Sub Sistema de Rede ou NSS é composto por:

  • Mobile Switching Center(MSC) é um elemento central da rede GSM, funciona como o núcleo de uma rede celular, onde o papel principal é para interconexão, tanto entre a rede de celular PSTN com fio ou  sem fio.
  • Home Location Register(HLR) é um banco de dados que salva as informações de dados e cliente de forma permanente.
  • Visitor Location Register(VLR) é um banco de dados dos assinantes
  • Authentication Center(AuC) autentica cada cartão SIM que tenta conectar-se na rede GSM
  • Equipment Identity Registration(EIR), é muitas vezes integrada ao HLR. O EIR mantém uma lista de telefones móveis (identificados pelo seu IMEI) a ser proibida a partir de um monitoramento ou  rede ou monitorados, isto é projetado para permitir o rastreamento de telefones móveis

GSM Camada

Existem três camadas na rede GSM:

  • A 1 camada ou camada física, define os canais.
  • A 2 Camada ou a camada de enlace de dados, cujo papel principal é identificar os dados que são enviados a partir da UM a BTS.
  • A 3 camada consistem em três partes : Radio Resource (RR), Mobility Management (MM) e Call Control (CC), que serve como um regulador para rádio, gestão do móvel e controle de chamadas, abaixo vemos como a rede GSM funciona.

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  1. O móvel entra com o número de destino e se conecta a BTS mais próxima.
  2. BSC e BTS enviar a MSC para continuar e avançar para a AuC para a verificação da identificação do usuário.
  3. MSC prossegue para o HLR / VLR para verificar a existência do telefone celular.
  4. BSC e MSC manda para o BTS mais próxima onde o móvel de destinos são localizados.

Tecnologia GPRS

Com a evolução da internet, os usuários de telefones móveis não ficariam satisfeitos apenas com a telefonia celular, queriam também passar e-mails, receber informações, e outros serviços oferecidos pela internet. Foi criada a tecnologia GPRS (General Packet Radio Services),  com objetivo de  possibilitar o tráfego de dados por pacotes para que a rede de telefonia celular possa ser integrada à internet.

Comutação de circuitos vs comutação de pacotes

 A comunicação através de comutação de circuitos é feita basicamente da seguinte forma : uma conexão entre as duas entidades comunicantes é alocada, de forma a estar sempre disponível; a comunicação é feita, então, de forma ininterrupta.A comunicação por comutação de pacotes é diferente sua origem envia uma informação para a rede dentro de um pacote, que leva o endereço de destino no seu cabeçalho. O pacote é então transmitido pela rede, que é responsável por escolher o melhor caminho até o destino.A internet é baseada na comutação de pacotes, enquanto o sistema GSM foi inicialmente estruturado na forma de comutação de circuitos. A rede GPRS tem o objetivo de se comunicar por comutação de pacotes com a rede GSM. Os outros componentes da rede GSM, implementados na geração 2G, continuaram utilizando a comutação de circuitos.

A figura abaixo representa a comutação de circuitos e de pacotes na rede GSM:

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Arquitetura GPRS

A arquitetura GPRS utiliza toda a estrutura já montada na rede GSM, incluindo-se novos elementos de rede e interfaces, além de modificar alguns já existentes, como mostra a figura a seguir.

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As principais modificações foram :
– MS : as MSs da geração 2G não conseguem acessar o sistema de comutação por pacotes. As novas MSs são totalmente compatíveis com o sistema de comutação de circuitos;
– BTS : Atualização de software nas BTSs existentes;
– BSC : Atualização de software e instalação de hardware novo, chamado PCU (Packet Control Unit – unidade de controle de pacote), que direciona o tráfego de dados para a rede GPRS;
– SGSN e GGSN :  novos elementos de rede, chamados servidor do nó de suporte GPRS (Serving GPRS Support Node – SGSN) e Gateway do nó de suporte GPRS (Gateway GPRS Support Node – GGSN);
– VLR, HLR, AuC, EIR e demais bases de dados : atualização do software que forneça as funções do GPRS.

 Novos elementos e serviçosUnidade de controle de pacote (Packet Control Unit – PCU)
Todos os BSCs exigem a instalação de um PCU para se integrarem à rede GPRS. Os PCUs organizam os dados vindos da BSC em pacotes e transportam-no até o servidor do nó de suporte GPRS (SGSN). O tráfego de voz continua sendo tratado como na geração 2G, ou seja, do BSS até a MSC.

Servidor do nó de suporte GPRS (Serving GPRS Support Node – SGSN)
Tal como a MSC era o coração de uma rede GSM, o SGSN é o coração da rede GPRS. Em última análise, o advento do GPRS dividiu o tráfego de voz e dados (que era junto, no sistema GSM) em tráfego de voz, que continua sendo tratado como antes, e tráfego de dados, tratado pela nova arquitetura GPRS.
As funções do SGSN são :
– Detecção de novos usuários GPRS na área de serviço;
– Registros de novos usuários;
– Criptografia, com os mesmo algoritmos da rede GSM 2G;
– Manutenção dos registros de localização dos usuários na área de serviço;
– gerenciamento de mobilidade;
– Compressão dos dados de acordo com a RFC 1144, para comprimir o cabeçalho das unidades de dados TCP/IP;
– Tarifação das transações na rede local;
– Comunicação com o HLR, para obter dados dos usuários GPRS (da mesma forma que a MSC, na geração 2G).

Gateway do nó de suporte GPRS (Gateway GPRS Support Node – GGSN)
Provê a conexão com as redes de pacotes externas. As principais funções são :
– Manter informações de roteamento para entregar as unidades de protocolo de dados (Protocol Data Unit – PDU) ao SGSN que serve uma determinada MS;
– Associar endereços de rede aos assinantes, o que é feito através do protocolo DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol– protocolo de configuração dinâmica de host);
– Tarifar as transações feitas na rede externa.
Quando um usuário tenta acessar a rede, o servidor DHCP aloca um IP por um intervalo de tempo determinado, o que é chamado atribuição dinâmica de endereço IP. 

Serviço “Nome do ponto de acesso” (Access Point Name – APN)
Basicamente, APNs são endereços IP associados a cada interface externa que conecta a rede ao GGSN. São usados para definir quais serviço podem ser acessados por um certo usuário. Consiste de:
– Identificador de rede APN (Network ID) : identifica o GGSN e o nó externo ou serviço ao qual o usuário deseja se conectar;
– Identificador da operadora APN (Operator ID) : campo opcional que identifica em qual rede backbone GPRS o GGSN está localizado. Inclui o código da rede móvel (Mobile Network Code – MNC) e o código móvel do país (Mobile Country Code – MCC), derivados do IMSI (ver tópico “Identidades de um usuário em um sistema GSM”).

Interfaces
As interfaces do sistema GPRS estão esquematizadas na figura que mostra a arquitetura GPRS, e descritas na tabela abaixo. 

Redes backbone GPRS
As redes backbone GPRS transportam dados por pacotes entre os elementos GPRS. Uma rede backbone intra-PLMN transporta dados entre elementos de uma mesma PLMN, enquanto as redes inter-PLMN transportam pacotes entre PLMNs distintas. Sua principal utilidade é eliminar a necessidade de usar alguma PDN para realizar a comunicação entre elementos de uma PLMN (intra PLMN) ou entre PLMNs distintas (inter PLMN).

 

Referência :
http://resources.infosecinstitute.com/introduction-to-gsm-security/
http://flylib.com/books/en/1.444.1.16/1/

 

# 01 Telecom – Comunicação Móvel

08.06.2015 (5:59 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Prezados, irei retratar alguns assuntos de telecomunicação que venho estudando mais; segue.

//

› › Frequência para funcionar

Os celulares são aparelhos que funcionam a partir de ondas eletromagnéticas, como os rádios, por exemplo. É estas ondas operam em frequências determinadas por isso varia de país para país de região para região. A rede de internet 3G(WCDMA) no brasil funciona na frequência 2100mhz, mas em alguns estados funciona na frequência 850mhz,dependendo do estado pode não funcionar o 3G 2100MHz com isso ira utilizar apenas a rede 2g. Muitos aparelhos operam na frequência 3G 900/2100MHz, em 13 kbit/s é a taxa de um canal de voz no GSM. Os aparelhos que operam na frequência (900/1800) são chamados de dualband, já as frequências de (900/1800/1900) são chamadas de triband, ja a quadriband opera nas frequências de (850/900/1800/1900).

Aqui vai uma lista com as frequências GSM, em MHz, de todas as operadoras do país:

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A tecnologia 3G e 4G, o caminho da comunicação permanece o mesmo: os celulares enviam sinais para as torres e, logo em seguida, essas torres repassam os dados para uma central de comunicações. Porém, o que muda realmente são os equipamentos. Existem diferenças muito visíveis entre as redes móveis 3G e 4G, o caminho da comunicação permanece o mesmo os celulares enviam sinais para as torres e, logo em seguida, essas torres repassam os dados para uma central de comunicações.

Porém, o que muda realmente são os equipamentos, a rede 4G opera em uma frequência distinta da 3G e, por isso, são necessárias antenas diferentes que possam operar na faixa de 2,5 GHz,as antenas 4G são mais baixas do que as 3G e possuem um sinal bem mais denso. Se uma torre 3G pode compartilhar o sinal com cerca de 60 a 100 telefones, a 4G aumenta em muito esse número,suporta muito mais usuários simultâneos. Mas as antenas 4G fornecem uma cobertura menor, exigindo que mais antenas sejam instaladas para que o sinal se mantenha consistente.

› › Mas se tenho celulares com tecnologia diferente !!

O funcionamento do 4G em nosso país diz respeito aos consumidores, que se quiserem desfrutar de toda a velocidade dessa rede precisarão ter aparelhos capazes de suportar esse tipo de tecnologia. Vale a pena reforçar que a troca de celular não é obrigatória e que as redes 2G e 3G continuarão em operação.A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que realizou o leilão da faixa de frequência de 2,5 GHz para implantar o 4G no Brasil, definiu o seguinte cronograma:

até 30 de abril de 2013, o 4G estará disponível nas 6 cidades-sede da Copa das Confederações (Brasília, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte);
até o fim de 2013,  a nova tecnologia terá de ser implantada em mais 6 capitais que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 (São Paulo, Porto Alegre, Cuiabá, Curitiba, Manaus e Natal);
até 31 de dezembro de 2014, em todas as capitais com mais de 500 mil habitantes;
até 31 de dezembro de 2015, em todas as cidades com mais de 200 mil habitantes;
até 31 de dezembro de 2016, em todas as cidades com mais de 100 mil habitantes;
até 31 de dezembro de 2017, em todas as cidades com mais de 30 mil habitantes.

Essa faixa é a mesma utilizada atualmente em 27 países da Europa, Ásia e Oriente Médio. Outros 22 países planejam implantar  a nova tecnologia na mesma frequência escolhida pelo Brasil,a tecnologia 4G opera em várias frequências no mundo. Alguns países utilizam a de 2,5GHz, outros a de 1,8 GHz ou de 2,1 GHz e outros ainda a faixa de 700 MHz. Estados Unidos e Argentina, por exemplo, usam a faixa de 700 MHz. No Brasil, essa frequência vai abrigar o 4G depois da digitalização da TV aberta, que hoje ocupa essa faixa do espectro.

Half-duplex: tanto os walkie-talkies quanto os rádios da faixa do cidadão usam esse princípio, ou seja duas pessoas que se comunicam usam a mesma frequência, de modo que somente uma pessoa pode falar de cada vez.

Full-duplex. Isso significa que você usa uma frequência para falar e uma segunda frequência independente para a escuta. Ambas as pessoas podem falar ao mesmo tempo.

› › Códigos de telefone celular

–  Número serial eletrônico (ESN): um número individual de 32 bits gravado dentro do telefone quando ele é produzido.

–  Número de identificação móvel (em inglês, MIN) – um número de 10 dígitos derivado de seu número de telefone.

–  Código de Identificação do Sistema (em inglês, SID) – um número exclusivo de 5 dígitos que é designado para cada provedor pelo FCC (Comissão Federal de Comunicações), apesar de o ESN ser considerado uma parte permanente do telefone, os códigos MIN e SID são programados nele quando estiver ativado, ou quando você adquire um plano de serviços.

Quando você liga o telefone pela primeira vez, ele ouve um SID no canal de controle. O canal de controle é uma frequência especial que o telefone e a estação-base usam para falar um com o outro sobre coisas como configuração de chamadas e mudança de canais. Se o telefone não conseguir encontrar nenhum canal de controle para ouvir, ele saberá que está fora de alcance e exibirá uma mensagem dizendo que está fora de serviço.

Quando ele recebe o SID, o telefone o compara ao SID programado no telefone. Se os SIDs coincidirem, o telefone saberá que a célula com a qual ele está se comunicando faz parte de seu sistema home, ou doméstico. Junto com o SID, o telefone também transmite uma solicitação de registro, e a central comutadora de telefonia móvel (MTSO) rastreia a localização de seu telefone em um banco de dados, então a MTSO recebe a chamada e tenta localizá-lo, consultando em  seu banco de dados para ver em qual célula você se encontra, a central MTSO escolhe um par de frequências que seu telefone usará naquela célula para receber a chamada.A MTSO se comunica com seu telefone pelo canal de controle para informar quais frequências utilizar, e assim que seu telefone e a torre comutam para essas frequências, a chamada é conectada, agora, você está falando com uma pessoa por um rádio de duas vias.

Conforme você se move em direção à borda de sua célula, a estação-base de sua célula nota que a intensidade do sinal de seu celular está diminuindo. Enquanto isso, a estação-base na célula para a qual você se dirige (e que está ouvindo e medindo a intensidade do sinal em todas as frequências, não apenas em seu próprio sétimo do total) observa o sinal de seu telefone aumentar de intensidade. As duas estações-base se coordenam uma com a outra via MTSO e, em algum ponto, seu telefone recebe um sinal no canal de controle ordenando que ele troque de frequências, esse passe (hand off) comuta seu telefone para a nova célula, veja a imagem abaixo:

À medida que você se desloca, o sinal é passado de célula para célula, digamos que você esteja ao telefone e se mova de uma célula para outra, mas a célula para a qual você se move é coberta por outro provedor de serviços que não o seu. Em vez de derrubar a ligação, ela na verdade será transferida para o outro provedor de serviços. Se o SID no canal de controle não coincide com o SID programado em seu telefone, então o telefone sabe que está em roaming. A central MTSO da célula em que você faz o roaming entra em contato com a central MTSO de seu sistema doméstico, que então verifica seu banco de dados para confirmar que o SID do telefone que você usa é válido. Seu sistema doméstico verifica seu telefone para a central MTSO local, a qual então rastreia seu telefone à medida que você se desloca ao longo de suas células. E o surpreendente é que tudo isso acontece em segundos.

› › Celulares Digitais

Os telefones celulares digitais representam a segunda geração (2G) da tecnologia celular. Eles usam a mesma tecnologia de rádio que os telefones analógicos, mas a utilizam de uma maneira diferente. Os sistemas analógicos não usam completamente o sinal entre o telefone e a rede celular. Os sinais analógicos não podem ser comprimidos e manipulados tão facilmente quanto um sinal verdadeiramente digital. Este é o motivo pelo qual muitas companhias de TV a cabo estão mudando para a tecnologia digital: elas podem colocar mais canais dentro de uma determinada largura de banda. É impressionante o quanto os sistemas digitais podem ser mais eficientes.

Os telefones digitais convertem sua voz em informação binária (1s e 0s) e em seguida a comprimem (veja Como funcionam as gravações analógica e digital para detalhes sobre o processo de conversão). Essa compressão permite que entre 3 e 10 chamadas de telefone digital ocupem o espaço de uma chamada analógica.

Muitos sistemas celulares digitais dependem somente da modulação por chaveamento da frequência (FSK, em inglês) para enviar dados de um lado para outro com o AMPS. A FSK usa duas frequências, uma para os 1s e a outra para os 0s,alternando rapidamente entre as duas para enviar a informação digital entre a torre de celular e o telefone. Esquemas de modulação e codificação engenhosos são requeridos para converter a informação analógica em digital, comprimi-la e convertê-la novamente enquanto se mantém um nível aceitável de qualidade de voz. Isso significa que os celulares digitais precisam conter muita capacidade de processamento.

› › FDMA, TDMA, CDMA

~> FDMA (acesso múltiplo por divisão de frequência): coloca cada chamada em uma frequência separada, usada para a transmissão analógica , apesar de ser capaz de portar informação digital a tecnologia FDMA não é considerada um método eficiente para a transmissão digital.

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~> TDMA (acesso múltiplo por divisão de tempo): reserva certa porção de tempo para cada chamada em uma frequência designada, usando a TDMA, uma banda estreita com 30 kHz de largura e 6,7 milissegundos de comprimento é dividida em três janelas de tempo, a tecnologia TDMA tem três vezes a capacidade de um sistema analógico, usando o mesmo número de canais é operam nas frequências de banda de 800 MHz (IS-54) ou 1.900 MHz (IS-136).

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A TDMA também é usada como a tecnologia de acesso para o GSM, os sistemas GSM usam criptografia para tornar as chamadas telefônicas mais “seguras”; mas foram quebradas e contém diversas vulnerabilidades(veremos isso mais a frente em outros posts). O GSM opera nas bandas de 900 MHz e 1.800 MHz na Europa e na Ásia, e na banda de 850 MHz e 1.900 MHz (algumas vezes referida como 1,9 GHz) nos Estados Unidos.

~> CDMA (acesso múltiplo por divisão de código): fornece um código exclusivo para cada chamada e disponibiliza ao longo das frequências disponíveis, tem uma abordagem totalmente diferente em relação à TDMA. A CDMA, após digitalizar os dados esses são disponibiliza-los ao longo de toda a largura de banda disponível.

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=)

Referências
https://web.archive.org/web/20140905044647/http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_operadores_GSM
http://www.conexaominicom.mc.gov.br/materias-especiais/1344-veja-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-tecnologia-4g
http://tecnologia.hsw.uol.com.br/celular1.htm

Cálculo de enlace sem fio ponto a ponto

16.02.2015 (4:38 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Galera estudando algumas coisas, com umas ideias e projetos em mente estava precisando calcular um enlace de uma distancia x para um ponto A e B para antenas é suas propagações sem  fio,vocês iram perceber que para esse região fica inviável fazer um projeto desse tipo; vejamos o cenário :

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Dados :
5km
1,2km (altura da montanha)
13 km (joguei para + essa distancia de A-B) pelos meus cálculos de A-B dava 9 km
iremos trabalhar com enlace tecnologia wi-fi (802.11g,2.4Ghz,54Mbps)

Desenvolvimento:

— “Zona de Fresnel”

1o – Para começar, vamos calcular a Zona de Fresnel, para definir o altura mínima que as antenas devem ter as maiores obstáculos que não afetam link de transmissão.

O raio máximo da primeira zona de Fresnel é dado pela formula

r= 17.32 * √((d1*d2)/(d*f))

• r = raio da primeira zona de Fresnel[M].
• d1 = distância a partir da antena 1 do obstáculo[Km].
• d2 = distância a partir da antena 2 para o obstáculo[Km].
• d = distância entre as duas antenas.
• f = frequência de transmissão das antenas.
Geralmente é considerado 60% da primeira zona de Fresnel, onde R= 0,6 * r ; Com isso podemos garantir que teremos
pelo menos 60% de força do sinal.

Nosso link tem os seguintes dados:

d = 13km
d1 = 5km
d2 = 8km
f = 2.4 Ghz

r= 17.32 * √((d1*d2)/(d*f))
r= 17.32 * √((5*8)/(13*2.4))
r= 17.32 * √(40)/(31.2)
r= 17.32 * √(1,29)
r= 17.32 * 1.14
r= 19.75m

Considerando 60% .: r= 0,6* 19.75 = 11.85m

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Concluímos então que a altura do obstáculo e 1210m sobre o nível do mar considerando r=11.85 vamos ter que construir antenas de 1221.85m sobre o nível do mar. (completamente inviável isso né galera )

– “Perda de espaço livre (FSL)”

2o – É dado pela formula:

FSLdb = 20log(d) + 20log(f) + k

• d = distancia que o sinal deve percorrer
• f = frequência do sinal
• k = constante que depende das unidades em que esta expressa na distancia é na frequência
• Se d está em m e f em Hz.K = -187,5
• Se d está em Km e f em GHz.K = 92,4
• Se d esta em Km e f em MHz.K = 32,45

Para o enlace temos os seguintes dados:

d = 13km
f = 2.4 Ghz
k = 92.4

FSLdb = 20log(d) + 20log(f) + k
FSL db= 20log(13) + 20log(2.4) + 92.4
FSLdb = 23 + 7.6 + 92.4 = 123 db

Concluímos que a perda do espaço livre para uma distancia de 13km e uma frequência de 2.4 Ghz é 123db.

Os outros cálculos galera sera baseado nas especificações do receptor e transmissor, ate a próxima

Modulação AM-DSB

21.12.2014 (1:38 pm) – Filed under: Telecomunicação ::

Saindo um pouco de infosec galera..kk.. estou estudando alguns assuntos para um projeto particular, a medida que tiver tempo vou postando por aqui ….

(….)

Modulação e compreendida de uma maneira genérica , onde recebe 2 saídas e temos 1 saída

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1º Entrada: sinal de informação, gerado pela fonte ou pelo transdutor sendo conhecido como sinal modulante , sinal esse que ira promover modulação

2º Entrada: sinal apropriado para transmissão pelo canal cuja a  informação é transportada sendo assim o sinal da portadora tendo alguma características modificadas pelo sinal modulante.

Saída da modulação é conhecida como sinal modulado

 

002ctf

Note no processo de modulação ao final desse processo a informação original desse sinal deixa de existir ,  e descartada pelo processo de modulação restando assim o sinal modulado (da portadora) que e efetivamente transmitido pelo canal, a classificação da modulação e de acordo com o tipo de sinal modulante (analógico e digital) e com tipo de portadora (analógico e digital) veja a tabela do processo práticos de modulação AM

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Modulação Para Facilidade De Irradiação

Uma irradiação eletromagnética eficiente necessita de antenas com dimensões físicas da ordem de meio comprimento de onda (λ /2). Muitos sinais, especialmente os sinais de áudio, possuem componentes de freqüência de baixo valor necessitando de antenas de grandes dimensões para uma irradiação direta. Utilizando a propriedade da translação em freqüênciada modulação, estes sinais podem ser sobrepostos em uma portadora de alta freqüência, conseqüente redução no tamanho da antena.

Modulação Para Redução De Ruído E Interferência

Certos tipos de modulação possuem a propriedade de reduzir efeitos causados tanto pelo ruído como pela interferência. Esta redução, entretanto, é obtida à custa de uma maior largura de faixa para a transmissão do sinal que a necessária para o sinal original.

Modulação Para Designação De Freqüência

A seleção (e separação) de uma estação, em um aparelho de rádio ou de televisão, é possível porque cada uma tem uma diferente freqüência de portadora de designação(atribuída). Duas ou mais estações transmitindo diretamente no mesmo meio, sem modulação produziriam uma superposição de sinais interferentes.

Modulação Para Multiplexação

As técnicas de multiplexação, inerentemente formas de modulação, permitem a transmissão de múltiplos sinais através de um mesmo canal, de modo que cada sinal pode ser separado no extremo de recepção.

Modulação Para Superação Delimitações De Projetos

A modulação pode ser utilizada para transladar um sinal até a porção do espectro de freqüência onde as necessidades de projeto são mais facilmente satisfeitas,temos limitações fundamentais de transmissão da informação por meios elétricos são a largura de faixa e o ruído

  • A Limitação da Largura de Faixa: obtém-se uma transmissão rápida da informação utilizando-se sinais que variam rapidamente com o tempo. Nos sistemas físicos, uma variação da energia armazenada necessita de um intervalo definido de tempo. Portanto, não se pode aumentar arbitrariamente a velocidade de transmissão, pois o sistema poderá eventualmente parar de responder às variações do sinal. Assim, existe uma taxa máxima de variação do sinal permitida pelo sistema, o que equivale a dizer que a largura de faixa de freqüências do sistema é finita e limitada
  • A Limitação pelo Ruído: a comunicação elétrica depende de quão precisamente o receptor pode determinar que sinal foi realmente enviando, distinguindo-o dos sinais que poderiam ter sido enviados. Como o ruído está sempre presente em sistemas elétricos, as perturbações do ruído sobreposto limitam a habilidade de identificar corretamente o sinal enviando, limitando, assim, a transmissão da informação, a intensidade do sinal é insuficiente, a adição de estágios de amplificação não solucionará o problema; pois o ruído será amplificado juntamente como sinal, ficando inalterada a relação sinal-ruído

Sendo a capacidade finita, pode-se afirmar que o projeto de um sistema de comunicação é um compromisso entre:

  • tempo de transmissão;
  • potência transmitida;
  • largura de faixa;
  • relação sinal-ruído;